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ABAIXO O ESTADO-NAÇÃO!
Globalização
é a forma disfarçada de prorrogar o imperialismo econômico, causador de todos
os males sociais. Capitalismo
e comunismo têm algo em comum: exercem uma espécie de fascismo econômico,
muito pior do que o fascismo político. Ninguém
pode duvidar de que os modelos políticos atuais são apenas detentores de
meias verdades: não conseguem esconder sua projeção rumo à centralização
administrativa das nações. Prescrevem velhas formas, muito rançosas por
sinal, de total manipulação das mentes, com o objetivo de exercer o
controle total da comunidade. Quem
leu e acompanha a evolução dos modelos políticos, sabe que o
imperialismo nunca foi extirpado da terra; ele está presente, tanto no
capitalismo como no socialismo, através do controle da economia. É o
caminho pelo qual estes modelos pressionam a humanidade, aliciando
"inocentes úteis" - de ambos os lados - para perpetuar o
sistema! Nesse
ritmo, a "democracia" também tem se prestado a servir de isca
para encobrir embustes e truculências, muito a gosto do paradigma
fascista que, por sinal, visa o retorno do Império Romano, agora alongado
sob o beneplácito dos países que compõem o Mercado Comum Europeu,
primeira das etapas da globalização econômica mundial! O
fascínio que a sociedade consumista encontra, na esperança de poder
usufruir cada vez mais das benesses capitalistas, ou socialistas, não
deixa alternativas, em face das promessas por urna felicidade total, em
razão de como são apresentados os caminhos para solucionar questões
aqui ou acolá. O
Estado-nação é o fiel representante da forma mais irracional e,
consequentemente, mais anti-natural, de fazer submergir a
"democracia"; esta, por sinal, ainda não foi implantada
definitivamente entre nós. Prova-o a odiosa discriminação de renda que
gera a injustiça social, o coronelismo, o paternalismo, o fisiologismo e
a corrupção desenfreada, nivelando -por baixo- todos os fIeugmas e
sepultando a cidadania e a dignidade. Como
opor-se à virulência demagógica que campeia no Estado-nação? Leão
XIII, papa, já alertava, na encíclica Rerum Novarum, que o homem é
anterior ao Estado, mas nos dias que correm vemos, cada vez mais, a imposição
do Estado sobre o homem e, consequentemente, sobre outras espécies e
ecossistemas. O
modelo sócio-ecológico fraternalista apresenta um caminho: a cidade-estado.
Somente este tem corno recriar o sentido da vida, o respeito da lógica
sobre todos os sistemas. A cidade-estado está atada ao modelo Ecodemocrático,
ou seja, aquele almejado pelos homens de bem, algo que cresça de baixo
para cima, opondo-se ao Estado-nação que governa de cima para baixo! Cidade-estado
não vai contestar a federação; ao contrário, vai aperfeiçoá-la,
fazer com que um país federado tenha estados legítimos, compostos também,
como os municípios, pelos que "pensam globalmente, mas agem
localmente"... Cidade-estado
é a resposta que a ONU procura introduzir, através da Agenda 21 local,
que o Estado-nação não tem como instituir, em virtude de seus
"compromissos políticos com grupos econômicos", de dentro e
fora do país. Quem
tem ouvidos para ouvir, que ouça; quem tem olhos para ver que veja. As
palavras de Cristo estão perfeitamente adequadas ao momento. O Estado-naçao,
com todos os ranços do imperialismo, do fascismo e do socialismo, precisa
ser esvurmado de nossa sociedade. Precisa dar lugar à cidade-estado,
paradigma do mais acentuado humanismo político-econômico. Para
saber mais, consulte AME; site www.ecologia.org.br
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