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Demônios na Política É
questão de crença, sem comprovação oficial, contudo.
Pode
ser que haja um só demônio, mas pode ser também que haja muitos...demônios!
Seriam
acólitos, serviçais do “grandão”, levando diatribes e confusões a
todos os setores da vida: no lar, no emprego, na comunidade, especialmente
no trânsito, e também na política.
Sim, na política. Por que não?
Eles
estão presentes nos modelos centralizadores de administração, naqueles
onde o poder chamado muitas vezes de “democrático” acha-se acumulado
nas mãos de poucos, que decidem o futuro das comunidades...
O
pior é que essas comunidades não podem ou não querem ver que esses demônios,
desde 1889, no Brasil, especificamente, assumiram as rédeas do comando da
nação, e não deixam espaço para qualquer mudança. Cego,
o povo vai para o matadouro (urnas eleitorais) a fim de reprisar nomes,
colocar pessoas altamente comprometidas com seus patrões (demônios,
porque, uma vez lá “em cima” (no poder), eles, transfigurados de
“defensores da comunidade” passam a usufruir do dinheiro do povo, das
benesses governamentais que os cargos lhes propiciam.
Ora,
quem vota em seres demoníacos é porque tem, inquestionavelmente,
compromisso com eles; faz parte da corrente que esotéricos chamam de
“espectros”, ou melhor, seres que se opõem aos “eternos”. Os
“eternos” são os guardiães da decência, da moral, do caráter, não
se corrompem como os “espectros”...
Fica
aqui uma cruel indagação: você votará nos espectros ou nos eternos?
Esta decisão é sócio-ecológica, porque de seu voto vai depender o
futuro de sua comunidade, de sua cidade, de sua família e também o seu
próprio futuro!
Fraternalismo é a doutrina sócio-ecológica
que se opõe aos espectros. É doutrina política para o século XXI:
doutrina do Bem, do Amor, da Descentralização Administrativa, da
pluralização do poder. Quer
saber mais? Acesse www.ecologia.org.br
ou ligue para Ame-Fundação Mundial de Ecologia – tels.
4703-2636 ou 4614-7828.
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