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HISTÓRICO
1976 - 28/8,
fundação da entidade, sob o nome de APPN -
Associação Paulista de Proteção à Natureza, no
histórico Sítio do Padre Inácio (Morro
Grande/Cotia), construção de 1625. em terreno de 5
alqueires, tombado pelo IPHAN-Instituto do
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
1976 - 6/11, promove em Cotia, em
antigo cinema local, o lançamento do 1º manifesto
brasileiro de ecologia, denominado FIM DO FUTURO,
juntamente com seu autor José A. Lutzenberger.
1978 - 5/1, início
da campanha pela defesa da reserva florestal de dez
mil alqueires de mata atlântica, no Morro
Grande/Caucaia, local aprovado pelo governo de São
Paulo para a construção do aeroporto metropolitano.
APPN lidera o movimento e cria, juntamente com
outros companheiros, a CDPC - Comissão de Defesa do
Patrimônio da Comunidade, tornando-se, o presidente
da APPN, secretário-geral da CDPC. Em 1980, por
indicação da AME a reserva recebe o nome de Reserva
Florestal Deputado Lauro Rodrigues, em homenagem ao
ex-deputado federal que conseguiu aprovar, na Câmara
dos Deputados, uma emenda no Código Florestal
brasileiro tornando “de direito” as reservas
florestais “de fato”.
1979 - juntamente
com José A. Lutzenberger, Mário Schenberg, Paulo
Nogueira Neto, Aziz Ab'Sáber, Ernesto Zwarg, senador
Evandro Carreira, deputado Horácio Ortiz e outros
vai a Itanhaém/SP denunciar o acordo nuclear
Brasil/Alemanha, que pretendia instalar 8 centrais
nucleares na costa brasileira.
- Com Sidônio
Muralha, Lutzenberger, Piero Luoni, Dalmo Dallari, e
demais companheiros, elabora a carta de Princípios
do Movimento Ecológico Brasileiro, texto inspirador
do Fraternalismo, cuja síntese se encontra no
Manifesto da Ecodemocracia., que projeto nova forma
de governo para o Brasil, inspirada no Pacto da ONU,
de 1966, incentivando instituição do autogoverno nos
municípios brasileiros.
1980 - participa
de ato de protesto, em Resende/RJ, contra a
instalação de usina de reprocessamento de
combustível nuclear, movimento que se transmite, via
radiofônica, para Rádio Berlim, Alemanha, com grande
repercussão na mídia internacional.
- elabora o
documento ECOLOGIA TOTAL JÁ, defendendo a
globalização do vocábulo.
- inicia a
campanha pela preservação da Amazônia, com os
senadores Evandro Carreira e Franco Montoro, vários
deputados estaduais, federais, engenheiros,
arquitetos, jornalistas, e sociólogos
- consegue, no
CONDEPHAAT - Conselho de Defesa do Patrimônio
Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico, sa
Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, o
tombamento das reservas florestais de Morro Grande /
Caucaia e Serra da Cantareira / Jaraguá, em São
Paulo.
1981 - 16/9,
altera o nome para ABPN - Associação Brasileira de
Proteção à Natureza.
1982 - elabora o
programa ecológico BEABÁ DA ECOLOGIA, para o 1º
grau, e JORNADA DE ECOLOGIA NAS ESCOLAS, para 1º e
2º grau.
1984 - luta contra
poluição da Siderúrgica J. Aliperti, São Paulo.
1987 - 2/4, altera
o nome para AME - Associação Mundial de Ecologia.
1988 - realiza a SEMANA DE PROTEÇÃO À
NATUREZA, na Petroquímica União, Santo André/SP.
1989 - inicia o
evento SEMANA DA ECOLOGIA NAS ESCOLAS, aprovado pela
Secretaria Estadual de Educação e SIEEESP -
Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado
de São Paulo.
- requer, em 22/2,
ao ´IPHAN/RIO - Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional, o tombamento integral da
floresta amazônica.
1990 - altera o
evento pedagógico Semana de Ecologia para Jornada de
Ecologia nas Escolas.
-em 27
de dezembro a Prefeitura de Cotia publica o decreto
n.390/90 que dá à entidade o título de UTILIDADE
PÚBLICA.
1991 - 7/9, lança
o manifesto ECOPOLÍTICA, CIÊNCIA DA FRATERNIDADE.
1995 - 25/12,
lança a doutrina sócio-ecológica, u ecopolítica, FRATERNALISMO.
1996 - começa a
operar o 'Project Brazil", dos EUA para doações (
ajuda humanitária ) a prefeituras e instituições
filantrópicas, através da CARTA DO BRASIL, documento
inscrito na ONU, no capítulo de doações
internacionais.
1997 - 2/4, edita
a CARTILHA DA FRATERNIDADE, documento inscrito na
ONU, no capítulo de doações internacionais.
1997 começa
liberar as doações internacionais a prefeituras do
Rio Grande do Sul, que participara do “PROJECT
BRAZIL’.
1998 – divulga, em
todo o Brasil, o documento ABAIXO O ESTADO-NAÇÃO,
que apresenta um novo modelo político
consubstanciado no modelo Cidade-Estado.
1999 -
transforma a entidade em fundação, mantendo o nome
AME-FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA; realiza a 1ª
Gincana Ecológica no município de Cotia/SP/Brasil e
institui o Movimento Parceiros da Ecologia com
vistas à aplicação da Agenda 21 Local.
2000 – edita
vários documentos referente a CIDADE-ESTADO,
pactuando com o geógrafo professor Milton Santos, a
necessidade de reformar a Federação, “de baixo para
cima”.
2001 - o
presidente profere palestras em várias escolas de
S.Paulo e Itanhaém sobre o novo modelo político
Cidade-Estado.
2003 – mudança da
seda da rua Ernesto Lemos Leite, 26 para rua Nicolau
Espinosa Linhares, 118 – CEP 06700-146 – COTIA/SP.
2004 – inicia, com
o eng.Gerson Antolini, estudos para instituição do
programa de agro-indústria orgânica, em Cotia e
Sto.André/SP.
2005 – refaz
estudos sobre Cidade-Estado e autogoverno, com
finalidade de lançar um manifesto.
2006 – realiza
pesquisas profundas sobre autogoverno e busca
parceiros para um plebiscito nacional em torno do
assunto.
2007 – publica no
site www.ecologia.org.br vários arquivos sobre
Brasil, Colônia de Banqueiros, empréstimos desde
1822 até a atualidade.
2008 –
participação de debates sobre genealogia da raça
brasileira, apresentando estudos da origem do
caldeamento tribo Guaianá com portugueses.
2010 – lançamento
do Manifesto da Ecodemocracia no site
www.ecologia.org.br
- em 14
de novembro, através de Assembléia Geral
Extraordinária, elege novo Conselho Diretor, tendo
W.Paioli como presidente; Francesca Da Rimini Alves
Lopes, vice; tedoureiro Marcênio Mange; secretária
Marli Maltese; diretor de patrimônio José Roberto
Tavares; diretores jurídicos Antônio Bezerra Viana,
Gilson José Lins de Araujo e Alvísio Benedetti;
Conselho Curador: Luiz Pires, Célia M.Oliveira
Pinheiro, Luiz Santos, Marli Maltese, Mário Salerno
e Ariana Moreira; conselho fiscal: Danilo Florêncio
Pinto, Valéria Elena Paioli, João Barcellos, como
suplentes: Ailton Fontoura, Ayres Bortolotti e
Dorival de Moraes. O mandato é de cinco anos,
findando em 14 de novembro de 2015.
2011 – lançamento
do manifesto Trabalhadores do Brasil e do arquivo
Atenção Políticos profissionais e comparsas da
corrupção pandêmica.
2011 – lançamento
do manifesto Trabalhadores do Brasil, com sensível
aceitação por parte de movimentos cívicos.
-
lança o documento Atenção Políticos Profissionais e
comparsas da corrupção pandêmica, alcançando grande
aceitação. |