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**ABAIXO A PLUTOCRACIA!**
A
favor da cidade-estado *Burguesia é um estado de
espírito, mas os que dele se servem, *
* se transformam em
**carniceiros do povo. ** * *
O governo pode ser liberal, comunista, socialista, fascista ou
nazista, parlamentarista ou presidencialista, imperial ou republicano,
entretanto, os que detêm o poder – colocam-se** de acordo para
exercitar o comando plutocrata, mais empenhados com sua onipotência do
que trabalhar para que haja solidariedade. * *
Esse é o governo plutocrata, antinatural, ilógico, rançoso, burguês,
na acepção total do vocábulo, e reflete apenas a sobrevivência dos
grupos que o apóiam. * *
Os governos plutocratas são centralizadores e se apóiam, via
de regra, no fisiologismo e no paternalismo político, fazendo vingar nas
províncias (estados) e municípios o famoso clientelismo, /modus vivendi/
próprio de interesses tribais. *
Ainda que
eleições se realizem de quatro (ou de cinco) em quatro
anos, com o objetivo de trocar os eleitos, os plutocratas migram de
partido em partido, à procura dos votos dos que não têm opções de escolha;
elegem os de direita e os de esquerda, mas no fundo tudo é exatamente
igual, quando a necessidade de sobrevivência dos grupos
é tão
fantástica que eles não descuidam dos seus subordinados...
Como acabar com esta situação que cresce indefinidamente? Como
fazer com que o povo seja representado efetivamente nas administraçãos
municipais, provinciais ou federal? *
Parar acabar com a injustiça social, frear o saque aos ecossistemas
e espécies, acenando a possibilidade de uma transformação radical
nos destinos da nacionalidade, só um caminho se apresenta, _talvez
o último que nos resta_: instituir o modelo ecodemocrático, racional,
das /cidades-estados/, em contraposição ao outro do /Estado-nação/,
plutocrata, demodée, arcaico, ilógico,
imoral e sobretudo
agressor! * *
Procuramos no modelo ecodemocratico o humanismo que a atual concepção
política não quer seguir, por causa dos seus próprios motivos... * *
Façamos por merecer uma nova maneira de conceber a Política com
realidade, como
deve ser, mas não como os plutocratas querem que as
coisas fiquem sempre... a seu favor. *
/Cidade-estado/ é a resposta às perguntas da Agenda 21, proposta
pela ONU
na conferência do Meio Ambiente e Desenvolvimento, no
Rio de Janeiro, em 1992, da qual se reúne somente a retórica de um encontro
amigável, não obstante o compromisso subscrito por 170 chefes-de-estado...
/Cidade-estado/, modelo defendido pela doutrina Sócio-ecológica
Fraternalismo é a resposta que esperam os marginalizados, os
excluídos e impedidos de participar do processo transformador da sociedade,
rumo ao século novo. *
/Cidade-estado/ é a defesa intransigente do Município, /célula
mater/ da nação, centro especial do progresso que engrandece a renda
/per capita/ local, mas insuficiente para uma vida decente. * *
/Cidade-estado/ é
um modelo da mais absoluta solidariedade, entendido
como passagem para o aperfeiçoamento social, contrário à retenção
de bens
materiais, como se estes fossem a última etapa da felicidade!.
* *
/Cidade-estado/ é, finalmente, uma resposta segura às pregações
de Cristo e seus apóstolos para termos uma sociedade justa, fraterna,
filantrópica, racional. *
Escolha e prefira este modelo: /Cidade-estado/. Trabalhe a favor
da Agenda 21, lute a favor daqueles que realmente precisam, dizendo
não aos que roubam o erário público. *
Governar não é saquear, pilhar, reunir patrimônio material.
Governar é fazer o bem a todos, praticar a justiça Divina na terra.
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AME-FUNDAÇÃO MUNDIAL DE ECOLOGIA Rua Nicolau Espinosa
Linhares,118 –centro-COTIA
e-mail: amefundacao@uol.com.br
– site: www.ecologia.org.br *
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